... s.o.s...
A letra chega tímida
Um pouco assustada
Perdeu a inocência
Dos dentes de leite
Ganhou os anos
E as cicatrizes
"A princesa e as fábulas
Que lindo sonhar!
Corria o lápis
Desajeitado, inquieto
Eis o príncipe!
Foi-se o dragão!"
A folha descansa e anseia
Feliz, satisfeita
E a letra, vítima da vida
Se esqueceu de amar
Mas nunca, jamais
Esqueceu de sonhar
Olha mãe, eu tenho um blog!
A blog about nothing! (Sim, total referência ao Seinfeld...)
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de junho de 2009
e no meio dos morangos tinha uma melancia...
As pessoas me dizem que eu deveria escrever mais, que eu deveria escrever sobre as minhas idéias absurdas, que eu falo coisas do além, que eu sou louca, divertida, piadista e tudo que na verdade qualquer um teria a capacidade (seria um elogio?) de ser, mas não é, por simples convenção... Mas às vezes eu me pergunto: Será que realmente vale a pena ser a gente mesmo? Será que vale a pena ser sincero, espontâneo, reagir normalmente às situações sem forçar nada, sem pensar que se está pisando em ovos, sem cuidar em não ultrapassar a barreira do que é socialmente aceito como uma pessoa que sabe se portar diante das outras (não to falando em sair correndo pelada tocando corneta). Simplesmente me pergunto isso porque muitas vezes me sinto um alien no meio dos outros. Muitas vezes eu tenho opiniões sobre as coisas que luto para guardar pra mim, pois sei que realmente não é todo mundo que vai entender ou concordar (porque muitas vezes a carapuça serve). Digo isso porque na maioria das vezes as minhas conclusões sobre as coisas que eu vejo e que eu vivo são cruas, diretas e livres de qualquer imagem que um dia eu mesma já tentei passar. Não sei se consigo explicar, mas me sinto completamente sozinha na maioria das vezes. Com 27 anos, não sou nada da pessoa que fui quando tinha 21, cheia de insegurança e lutando para tentar pertencer a algo, muitas vezes fingindo gostar de coisas que nunca tiveram nada a ver comigo, simplesmente porque "fulano de tal" gostava. E digo, nunca fui tão feliz como pessoa me livrando destas "amarras sociais". Porém, talvez agora eu esteja enfrentando um novo tipo de aprisionamento, talvez agora, finalmente assumindo totalmente a minha personalidade eu esteja vendo como é difícil ser eu mesma. Como as pessoas ainda estão presas a padrões, convenções (por falta de palavra melhor), a idolatrias e especialmente a mentirem para si mesmas. As minhas opiniões simplesmente refletem sem máscara alguma, tudo que penso ou sinto (na verdade pessoas aliens como eu já me disseram pra escrever um manual, bem como o Guia do Mochileiro das Galáxias, sobre isso), então vocês imaginem como me sinto nesse mundo de pessoas que têm a necessidade patológica de agradar, de enganar a si mesmas, de usar os outros em benefício próprio e de consumir sem a menor análise das consequências, tudo que é produzido pela Indústria Cultural, uma nova, muito mais perigosa e individualista Indústria Cultural (confesso que é impossível não consumir, mas pelo menos uma triagem não machuca ninguém). É a boa, velha, (e agora mega-power-blaster-2000) criação da imagem socialmente aceitável e pertencente a um nicho que substitui o coletivo, o pensar no contexto geral das coisas, das pessoas como um todo. Realmente eu sou um alien, e nunca fui tão feliz sendo diferente dos outros... O mais interessante é que sou apenas eu mesma, sem personagens, sem máscaras. Acho que por isso que sempre sofro as piores consequências por ser assim. Seja como for, sei que não sou a única melancia em meio aos morangos... Sejam bem vindos os extraterrestres assim como eu, que também reagem sem querer à borboleta que bateu as asas no japão...
sábado, 24 de janeiro de 2009
sábado, 6 de dezembro de 2008
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Viva Las Vegas
Bright light city gonna set my soul
Gonna set my soul on fire
Got a whole lot of money thats ready to burn,
So get those stakes up higher
Theres a thousand pretty women waitin out there
And theyre all livin devil may care
And Im just the devil with love to spare
Viva las vegas, viva las vegas
How I wish that there were more
Than the twenty-four hours in the day
cause even if there were forty more
I wouldnt sleep a minute away
Oh, theres black jack and poker and the roulette wheel
A fortune won and lost on evry deal
All you needs a strong heart and a nerve of steel
Viva las vegas, viva las vegas
Viva las vegas with you neon flashin
And your one armbandits crashin
All those hopes down the drain
Viva las vegas turnin day into nighttime
Turnin night into daytime
If you see it once
Youll never be the same again
Im gonna keep on the run
Im gonna have me some fun
If it costs me my very last dime
If I wind up broke up well
Ill always remember that I had a swingin time
Im gonna give it evrything Ive got
Lady luck please let the dice stay hot
Let me shout a seven with evry shot
Viva las vegas, viva las vegas,
Viva, viva las vegas
Porque se eu fosse um cara fodão eu ia ser um cara fodão em Las Vegas... e amigo do Elvis...
Bright light city gonna set my soul
Gonna set my soul on fire
Got a whole lot of money thats ready to burn,
So get those stakes up higher
Theres a thousand pretty women waitin out there
And theyre all livin devil may care
And Im just the devil with love to spare
Viva las vegas, viva las vegas
How I wish that there were more
Than the twenty-four hours in the day
cause even if there were forty more
I wouldnt sleep a minute away
Oh, theres black jack and poker and the roulette wheel
A fortune won and lost on evry deal
All you needs a strong heart and a nerve of steel
Viva las vegas, viva las vegas
Viva las vegas with you neon flashin
And your one armbandits crashin
All those hopes down the drain
Viva las vegas turnin day into nighttime
Turnin night into daytime
If you see it once
Youll never be the same again
Im gonna keep on the run
Im gonna have me some fun
If it costs me my very last dime
If I wind up broke up well
Ill always remember that I had a swingin time
Im gonna give it evrything Ive got
Lady luck please let the dice stay hot
Let me shout a seven with evry shot
Viva las vegas, viva las vegas,
Viva, viva las vegas
Porque se eu fosse um cara fodão eu ia ser um cara fodão em Las Vegas... e amigo do Elvis...
terça-feira, 16 de outubro de 2007
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
B de Beethoven
Meu Deus, o Beethoven é um gênio, um gênio, gênio, gênioooo!! Passei a tarde inteira procurando as composições dele no Youtube (eu fiz 3 páginas da monografia também, mas inspirada pelo Beethoven impossível não fazer né?) Sério é incrível, as músicas dele têm um drama, uma paixão e uma loucura que eu não consigo explicar, é como se alguma coisa estivesse presa na garganta ou no peito e estivesse prestes a estourar, a explodir, e quando isso acontece é a coisa mais linda e emocionante que se pode sentir e ouvir.
Se alguém filmasse sei lá, a coisa mais idiota do mundo, como alguém atravessando a rua correndo ou qualquer coisa e colocasse Ode to Joy pra tocar no fundo iria ser incrível, a melhor cena, a mais emocionante, de tanto que as músicas dele têm vida... até aquele filme idiota, Duro de Matar, com o Bruce Willis tem essa música numa cena e ficou o máximo... Outra que eu amo é Moonlight Sonata, o terceiro movimento, o meu favorito, o arranjo de piano mais perfeito do universo... Amooooo!!
Eu fico imaginando a época de ouro em Viena dos grandes compositores, que já nasciam gênios como o Mozart, fico imaginando eles compondo com uma paixão que eu nunca iria conseguir experimentar, nem sequer imaginar! Eles simplesmente viviam, absorviam, respiravam e entendiam exatamente o que significa essa arte que é a música clássica. Gênios, gênios... E eu fico morrendo de vontade de ter nascido naquela época só pra ter visto nem que seja pelo buraquinho de uma fechadura o Beethoven compondo enlouquecido, criando as sinfonias mais perfeitas. Pura sensibilidade, da mais perfeita e criativa. Porque quando eu escuto eu simplesmente fico com frio na barriga e nem percebo que de repente eu to rindo sozinha do nada e levanto da cadeira do computador porque é impossível continuar digitando uma monografia e sentindo essa vontade de sei lá, gritar, ou me arrebentar por aí, hahahahaha (cadê meu benflogin...)
Mas é verdade, música clássica é demais!! Demais!! É a coisa mais linda, mais incrível é uma experiência que eu comparo a uma hipnose, é como ir ao cinema e ficar hipnotizado pelo filme, pela tela, pelo som, só que tudo isso multiplicado por um milhão e ao mesmo tempo são milhões de sensações por todos os lados. É só fechar os olho e sentir... Uma orquestra tocando com ou sem coral é simplesmente uma experiência que penetra em cada parte do corpo, faz tudo dentro dele vibrar, arrepia cada fio de cabelo...
É pura emoção, é isso... uma emoção que deveria fazer parte da vida de todo mundo, esse sentir... sei lá... eu posso parecer emocionada demais falando sobre isso... viu? É exatamente por isso q eu to escrevendo desse jeito, porque eu to sentindo agora... queria sentir isso sempre, cada segundo do meu dia, queria ter nascido com alguma disfunção cerebral que fizesse eu escutar uma orquestra na cabeça o dia inteiro, mais ou menos como a Ally Macbeal, hahaha...
Aahhh Beethoven... gênio, meu gênio favorito... e vivam todos os gênios geniais geniosos maravilhosos... amo!
Se alguém filmasse sei lá, a coisa mais idiota do mundo, como alguém atravessando a rua correndo ou qualquer coisa e colocasse Ode to Joy pra tocar no fundo iria ser incrível, a melhor cena, a mais emocionante, de tanto que as músicas dele têm vida... até aquele filme idiota, Duro de Matar, com o Bruce Willis tem essa música numa cena e ficou o máximo... Outra que eu amo é Moonlight Sonata, o terceiro movimento, o meu favorito, o arranjo de piano mais perfeito do universo... Amooooo!!
Eu fico imaginando a época de ouro em Viena dos grandes compositores, que já nasciam gênios como o Mozart, fico imaginando eles compondo com uma paixão que eu nunca iria conseguir experimentar, nem sequer imaginar! Eles simplesmente viviam, absorviam, respiravam e entendiam exatamente o que significa essa arte que é a música clássica. Gênios, gênios... E eu fico morrendo de vontade de ter nascido naquela época só pra ter visto nem que seja pelo buraquinho de uma fechadura o Beethoven compondo enlouquecido, criando as sinfonias mais perfeitas. Pura sensibilidade, da mais perfeita e criativa. Porque quando eu escuto eu simplesmente fico com frio na barriga e nem percebo que de repente eu to rindo sozinha do nada e levanto da cadeira do computador porque é impossível continuar digitando uma monografia e sentindo essa vontade de sei lá, gritar, ou me arrebentar por aí, hahahahaha (cadê meu benflogin...)
Mas é verdade, música clássica é demais!! Demais!! É a coisa mais linda, mais incrível é uma experiência que eu comparo a uma hipnose, é como ir ao cinema e ficar hipnotizado pelo filme, pela tela, pelo som, só que tudo isso multiplicado por um milhão e ao mesmo tempo são milhões de sensações por todos os lados. É só fechar os olho e sentir... Uma orquestra tocando com ou sem coral é simplesmente uma experiência que penetra em cada parte do corpo, faz tudo dentro dele vibrar, arrepia cada fio de cabelo...
É pura emoção, é isso... uma emoção que deveria fazer parte da vida de todo mundo, esse sentir... sei lá... eu posso parecer emocionada demais falando sobre isso... viu? É exatamente por isso q eu to escrevendo desse jeito, porque eu to sentindo agora... queria sentir isso sempre, cada segundo do meu dia, queria ter nascido com alguma disfunção cerebral que fizesse eu escutar uma orquestra na cabeça o dia inteiro, mais ou menos como a Ally Macbeal, hahaha...
Aahhh Beethoven... gênio, meu gênio favorito... e vivam todos os gênios geniais geniosos maravilhosos... amo!
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